
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
República Acerola

domingo, 20 de setembro de 2009
A alma na palma.
domingo, 5 de julho de 2009
Alta Fidelidade.

Poucas pessoas que eu compartilhei esse momento demonstraram compreender que eu falava de amor sincero. Porque de fato, eu nunca me senti tão amada.
(...)
Alta fidelidade é descobrir nos desprazeres de um relacionamento a disposição de compartilhar alguma coisa sincera se arriscando ser você mesmo, admitir amar no outro mesmo aquela infeliz joanete nos pés e ainda fazer de tudo isso uma listinha “top five” de coisas que tornam o outro singular, a ponto de conseguir com que ele se sinta único no mundo, apesar de todas as imperfeições.
(...)
Aqui vai meu “top five” preferido do filme, quando Rob vê em Laura “fidelidades” grandiosas que ela representa em sua vida:
Dois: Ela tem personalidade. Ou tinha antes desse pesadelo com Ian. Ela é leal e honesta... e não desconta seus dias ruins em ninguém. Isso é personalidade.
Três: Sinto falta do seu cheiro e do seu gosto. É um mistério da química humana, não entendo. Mas algumas pessoas, quanto aos sentidos... parecem ser sua casa.
Quatro: Curto o jeito como ela anda. Como se não ligasse para sua aparência ou como se projeta. E não é que não ligue, é que não se deixa afetar. É o que lhe dá graciosidade.
Cinco: Faz uma coisa na cama quando não consegue dormir. Ela geme e esfrega os pés o mesmo número de vezes. É demais.
Poderia relacionar cinco coisas que me irritam. Mas vem com a variedade feminina, coisas estranhas...e foi pensando nisso que cheguei até aqui.”
Quantas vezes você declara “Amo você” sem fidelidade nenhuma?
Lembre-se, “alta fidelidade” é uma reflexão diária sobre as “anormalidades” do outro que se tornam primordiais para o reconhecimento de um amor sincero e insubstituível.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Vinicius e Gabriell

O tempo foi passando e a intimidade entre nós cresceu a ponto de sermos mais que professora e alunos.
Hoje, eles descem segurando o meu material e quando chegamos no ponto de ônibus a conversa flui tão agradável que, às vezes, mesmo cansada do dia de trabalho eu torço pro ônibus demorar um pouco mais. Eles me contam sobre suas venturas e aventuras nas ruas do bairro. Me falam de seus segredos de menino, "Professora não conte pra Gabi, mas eu gosto tanto dela...".
Além das conversas que trocamos fico observando muito o olhar deles que não se desligam um minuto do tal ônibus chegar, para que eu não venha a perdê-lo, "Já pensou se você perde professora, cansada como você está?" (...)
Eles são muito amigos, mas ambos morrem de ciúmes um do outro comigo, o Gabriell um pouco mais, capaz de chorar e enfezar numa briga só pra ter certeza do meu apreço imenso. Por outro lado, o Vinicius tira a maior onda com o sentimento do amigo, rindo para deixá-lo sem graça.
(...)
O cotidiano com os meninos tem me ensinado muito sobre o mundo, as pessoas, os sentimentos, as confusões, os sonhos...Ahh, os sonhos! E me faz lembrar fortemente de uma cena do filme "Albergue Espanhol", onde o personagem com uma fotografia de infância nas mãos, (refletindo sobre sua vida), diz mais ou menos assim:
"De todos os meus "eus" esse é o único que não posso decepcionar...".
Acho que estar com as crianças todos os dias me faz pensar como o personagem do filme, e aflorar cada vez mais o meu lado "infantil".
Eu sou um bocado como o Gabriell, sou ciumenta e chorona. Sou exatamente apaixonada como o Vinicius é pela Gabi. Sou bastante cuidadosa para que os amigos "não percam o momento de viver a viagem", sou facilmente enfezada numa briga por aquilo que sinto e acredito...
Pensando bem, eu não quero amadurecer. Os anos se passarão por mim e quero ser convicta que nunca deixarei a minha menina ficar doente dos olhos. Deixarei ela agir por mim toda vez que "o adulto balançar". E sem pudor nenhum e nenhuma vergonha aceito a definição de ser "infantil". Quero chegar bem velhinha e poder me sentir sempre assim, "infantil", afinal:
"Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão..."
Sinceramente,
Daya
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Apaixonada
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Você ama, ou ama muito?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Larissa

